quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Conspiração: A verdade sobre o assassinato de John Lennon


John Lennon nasceu em Outubro de 1940, na cidade de Liverpool, Inglaterra. Alcançou a fama mundial na banda de maior sucesso de todos os tempos, os Beatles, e junto com Paul McCartney, formou talvez o que seria a melhor dupla de compositores da história. Com o fim dos Beatles em 1970, Lennon seguiu sua meteórica carreira solo nos anos 70, onde tornou-se o ativista anti-guerra mais perigoso dos Estados Unidos.

Lennon lançou sucessos como Imagine, Give Peace a Chance, Happy Xmas (War is Over), Mind Games e muitas outras, uma grande maioria fazendo um apelo pela paz, na Guerra do Vietnã, que teve seu fim em 1975.

Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota. 

O rapaz, chamado Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, disparou 5 tiros com revólver calibre 38, os quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, "O Apanhador no Campo de Centeio" de J.D. Salinger. 

John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.

A conspiração

Tudo começou em 1971, quando Lennon realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas. 

O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer ideia subversiva seria facilmente aceita pela juventude norte-americana.

O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. Segundo Bresler, a solução encontrada foi a mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio. 

Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, "protegeu" Lennon da polícia federal e do serviço secreto e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos.

Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato sem o temido ativista.

William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Ele tinha carta branca para assassinar John Lennon antes do final de 1980. 

O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas (Yoko Ono e o porteiro do Dakota) que, posteriormente, o identificariam como o criminoso. 


Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos.

Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas? 

Vários meses após o acontecido, Chapman afirmou que matara Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio, já mencionado acima. Antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano.

Na prisão, Chapman declarou à BBC: “Ele (Lennon) passou por mim e então ouvi na minha cabeça, ‘faça, faça, faça’. Não me lembro de mirar. Apenas puxei o gatilho com força, cinco vezes”. Que vozes eram essas? Chapman não tinha passado de maluco.  Pelo contrário, ele tinha uma vida social normal e era um excelente monitor em acampamentos de meninos. Será que alguém estaria controlando a mente de Mark Chapman?

David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado. 

Yoko Ono, negou a ligação do marido com o IRA e lembrou que ele defendia os direitos civis e de paz. Entretanto, os arquivos existem e estavam classificados pelo FBI como de “segurança nacional”. Isso prova que o garoto de Liverpool era investigado de perto pelas inteligências americana e britânica no início dos anos 70. 


E você, leitor? Acredita que o governo dos Estados Unidos mandaram matar John Lennon? Mostre sua opinião, não deixe de comentar!
Matéria vista no site: www.misteriosdomundo.com

19 comentários:

Anônimo disse...

Só para lembrar. Os EUA não venceram a guerra do vietnã....O ego americano não admite isso, mas os EUA passaram longe de vencer essa guerra.

luana simoes disse...

não,sei.mais tudo até faz sentido. porque alguém mataria john lennon? o que ele fez? ele era tao lindo e doce,e so queria o bem,igual a muitos,um exemplo é michael jackson que so queria o bem e acabou em desgraça.

Anônimo disse...

tudo é possível,do jeito que o mundo está um matando o outro a troco de nada o coração das pessoas está cheio de maldade.Não vejo a hora de isso tudo chegar ao fim os iniquos serão eliminados da face da terra.

Anônimo disse...

não tenho a minima dúvida, eliminaram J.Lennon por fins politicos.

Anônimo disse...

Nossos comentários só serão visualidados depois de uma triagem para aprovação?????? hahahah Entendi.

Anônimo disse...

Tudo funciona em torno do PODER,qualquer indício, mínimo que seja, que se surja contra essa MAQUINA, não tenhamos´dúbidas O CHUMBO EH GROSSO, em qualquer parte do MUNDO.

João Carlos,revelações disse...

Isso é apenas uma conspiração. Vejamos, o fã queria lennon, entende, não queria lennon sendo um astro, ms queria lennon só para ele. pese de uma forma, você tem um abjeto qu gosta muito, quando você vê que esse objeto esta se tornando social você pensa: não pode ser, quero aquilo só para mim, é meu é meu! e mais ou menos assim que funciona...
mas a conspiração apresenta fatos relvantes para levar-nos a acreditar que foi tudo uma grande armação, alias, não duvido de nada em questão do governo.

Anônimo disse...

Eu acredito sim, é claro que não piamente, mas toda a história faz muito sentido. As pessoas tem que ter em mente que o "sistema" só visa o lucro, o poder. Guerras trazem lucro e poder(USA se tornou a grande potência mundial após a 2ª guerra mundial), logo quem ameaça o "status quo" é simplesmente eliminado. Já aconteceu antes e vai continuar acontecendo, infelizmente. Tenho medo do futuro, se vocês não têm é porque não sabem da missa a metade.

Anônimo disse...

Sem duvidas que foi o governo por medo.

Thiago Silva disse...

Ele era tão lindo e doce e só queria o bem. É por isso mesmo que tantos queriam matá-lo.

Anônimo disse...

tambem acho que foi feito uma lavagem cerebral nesse assassino

Anônimo disse...

acho que primeiramente devemos analisar, um laudo do assassino. A partir de então poderemos identificar, possível lavagem por parte da militancia, lavagem por parte da igreja ( que muitos nao mensionaram) ou entendermos se realmente foi um disturbio mental.

pode-se investigar também, alguma possivel ação da igreja.

Anônimo disse...

Um dos governos mais imundos do mundo é o dos EUA! Sempre acreditei nisso.

Ana Cruz disse...

O assassino era fanatico demais e perturbado a unica coisa que eu sei que ele nos tirou uma pessoa maravilhosa que se fosse vivo estaria nos presenteando com a sua arte e talento, quero mais e que ele apodreca na cadeia que e o lugar dele eternamente.

Anônimo disse...

Não seu por que motivo para matar john os Estados Unidos da América é uma merda

Anônimo disse...

YOKO MANDOU MATAR JOHN. ELA SÓ USOU JOHN COMO ESCADA PARA ALCANÇAR ALGUMA FAMA, QUE MESMO ASSIM NÃO VEIO DA FORMA COMO ELA IMAGINAVA.
JOHN JÁ TINHA SE MOSTRADO UM ALIENADO ÚTIL PARA ELA, QUE NÃO PRECISAVA MAIS DELE PARA NADA. AINDA DE QUEBRA FICOU COM A FORTUNA DE JOHN. MAQUIAVÉLICO ESSE DRAGÃO JAPONÊS. NA HORA DA MORTE, VAI TER BASTANTE CONTAS A AJUSTAR.

Andie Duarte disse...

Embora não haja prova suficiente, creio que ele tenha sido eliminado por ser formador de opinião e não ter papas na língua

Gil disse...

Para com isso gente, pelo amor de Deus! De conspirações e agências secretas! Sempre quando um famoso foi assassinado a solução é: conspiração. Lennon não foi assassinado por ninguém senão exclusivamente por um maluco!

Anônimo disse...

Não tem nada a ver. O governo americano talvez até tivesse pensado em eliminá-lo durante o começo dos anos 70 na fase mais chata, digo na fase mais panfletária do boboca que era um capacho da japa. Mas depois mudaram de idéia. O assassino do Lennon era apenas um freak, um esquizofrênico. Era mais fácil dizer que foi a mulher dele que já estava com a herança muito bem garantida e portanto não precisava mais do marido milionário do que o governo americano.

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