quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mistério: Uma Máquina do Tempo no Vaticano

Uma Máquina do Tempo no Vaticano

No interior da Universidade Católica del Sacro Cuore, em Milão, dois amigos realizam trabalhos técnicos de áudio sobre gravações antigas de cantos gregorianos. Um deles é o fraciscano Agostino Gemelli, fundador da própria Universidade, além de médico e psicólogo. O outro é o beneditino Marcello Pellegrino Ernetti, importante acadêmico nas áreas da música e da linguística.
Naquele dia, em meio aos cantos reproduzidos pelos equipamentos de áudio, Ernetti e Gemelli foram surpreendidos pela voz do falecido pai de Gemelli, que falava com eles através dos instrumentos. A surpresa logo deu lugar à curiosidade, e foi a partir de então que Ernetti passou a questionar qual seria o destino dos sons e das formas que a natureza produz. Estariam perdidos para sempre, ou continuariam a existir de alguma forma?
Motivado por estas questões, Ernetti reuniu em sigilo uma equipe de renomados cientistas, entre os quais se encontrava Enrico Fermi, prêmio Nobel em Física, e deu início ao trabalho de construção de uma espécie de máquina do tempo. Seu invento se chamaria Cronovisor, que ao invés de transportar as pessoas para o passado ou o futuro, reunia e organizava sons e luzes dispersos no ambiente, dando forma em uma tela à eventos do passado, nada muito diferente do que fazem hoje os modernos telescópios.
Através da tela do Cronovisor, o padre Ernetti teria assistido à morte de Jesus Cristo na cruz, bem como à realização em Roma, no ano 169 a.C, de uma peça de teatro intitulada Thyestes, escrita por Quintus Ennius, o pai da poesia latina, e dada como perdida nos dias atuais. Ernetti e seus colaboradores, em plena transição entre as décadas de 50 e 60, estavam diante de um instrumento que poderia revolucionar a forma como hoje entendemos a cadeia de eventos da história.
Uma vez tendo visto a morte de Jesus, não foi difícil para Ernetti desenhar a face do divino Rabi em plenos instantes de sofrimento. No entanto, difícil foi suportar o furor gerado em torno da divulgação desta imagem pela mídia italiana no ano de 1972. Não tardou para que fosse sugerida a fraude, cujo indício seria uma imagem similar encontrada em um crucifixo em Perugia.
No entanto, em 1994, décadas após a construção do Cronovisor, foi convocada uma reunião nos salões do Vaticano. Ali estiveram presentes a mais alta hierarquia papal, o padre Ernetti e os últimos cientistas ainda vivos que haviam trabalhado na construção do aparelho, para ouvir e acatar a ordem de desmontar definitivamente a máquina do tempo, e espalhar suas partes em diversas localidades secretas para que, num futuro, fosse novamente montada e utilizada para fins elevados.
Em 1997 foi lançado o livro Dein Schicksal ist vorherbestimmt: Pater Ernettis Zeitmaschine und das Geheimnis der Akasha-Chronik (Seu Destino está Decidido: A Máquina do Tempo do Padre Ernetti e o Mistério dos Registros Akáshicos), do autor Peter Krassa, discípulo do cientista Erich von Däniken. Nesta obra Krassa explora e sustenta a veracidade dos acontecimentos que envolvem o Cronovisor.
O ecletismo se tornou a marca do padre Ernetti. Como músico, desenvolveu seus estudos em torno das manifestações musicais pré-Cristãs. Seu projeto do Cronovisor o levou ao estudo da física quântica. Suas experiências como exorcista foram reunidas em um livro de sua autoria, intitulado Os Gostos e os Desgostos do Diabo. Ernetti é até hoje o exorcista mais famoso da região de Veneza, onde morreu em abril de 1994.

Cronovisor
O Cronovisor (do grego , que significa ‘tempo’; visor, ‘reprodutor visual’) é um equipamento de existência dividosa, uma espécie de máquina do tempo, ou, melhor dizendo, um aparelho capaz de captar ondas quânticas do passado, que permaneceriam no universo. Foi construído na segunda metade do século passado. Segundo o palestrante Clóvis Nunes um de seus criadores, dentre os titãs da Física que o conceberam, o padre italiano Pellegrino Alfredo Maria Ernetti, disse que teria sido desmontado, por questões políticas, econômicas e teológicas óbvias, e seus componentes estariam agora em uma sala secreta do Vaticano.
O cronovisor é composto por um tubo visualizador/projetor de três dimensões, uma antena composta de uma liga de metais de todos os tipos e um seletor que funciona na velocidade da luz.
O padre relata em seu livro (O Cronovisor do Padre Ernetti) que viu/ouviu em três dimensões vários acontecimentos históricos importantes do passado, tais como a apresentação de uma tragédia perdida, Tiestes, do pai da poesia latina, Quinto Ênio, na Roma de 169 a.C. Disse também ter visto a morte do próprio Jesus Cristo na cruz. A psicometria, fenômeno bem conhecido dos espíritas, serviria como base para a hipótese inicial da construção do Cronovisor.



 na foto, o Padre Pellegrino Maria Ernetti, nascido em 13 de outubro de 1925 e falecido em 8 de abril de 1994. Aos 16 anos ingressou na Abadia Beneditina de San Giorgio Maggiore, em Veneza, Foi um renomado lingüista, estudioso bíblico, também um famoso exorcista - assim como um grande cientistas em Física - um dos maiores do Vaticano! Em 1960, o Padre Ernetti revelou que na década passada construíra um artefato denominado CHRONOVISOR, baseado em estudos em grupo, secretamente efetuados com vários gênios da Física, dentre os quais o Prêmio Nobel Enrico Fermi e - vejam só - até o cientista alemão Wernher Von Braun - aquele mesmo que, oriundo da Alemanha nazista, foi cooptado pelos EUA tendo se transformado no "Pai da Viagens Espaciais"!
E o tal CHRONOVISOR nada mais era do que um artefato capaz de..... FOTOGRAFAR CENAS DO PASSADO - uma espécie de "máquina do tempo visual"! Na imagem abaixo, reportagem do Domenica Delacorriere dando conta dessa espantosa notícia!

"INVENTADA A MÁQUINA QUE FOTOGRAFA O PASSADO" - para espanto de todos, estampavam as demais notícias em destaque daquele conceituado jornal italiano.Aquele invento foi baseado no fato de que a energia luminosa e os sons que os objetos emanam (fator hoje cientificamente conhecido como inerente à Memória Atômica da Natureza) ficam registrados, como que literalmente gravados, nos ambientes circundantes. Os esquemas técnicos do Padre Ernetti, isso é, aqueles poucos que puderam ser recuperados, mostravam intrincados processos destinados, através do seu CHRONOVISOR, a captar e reconstruir, por assim dizer, as imagens e até mesmo recuperar os sons presentes em determinados eventos passados!
É possível "capturar", por assim dizer, uma onda de tempo? Hoje a Ciência de Vanguarda já trabalha com a possibilidade das viagens físicas através do tempo, justamente tentando "capturar" harmônicas de tempo. Parece mesmo coisa de ficção científica, porém, alguns esquemas nos revelam que o Padre Ernetti estava estranhamente mais avançado do que seria possível na sua época, uma vez que, de certa forma, lidava com os WORMHOLES (aberturas dimensionais que HOJE a Física de Vanguarda estuda para possibilitar as viagens físicas ATRAVÉS DO TEMPO), porém trabalhando no sentido oposto, isto é, viajando não fisicamente, porém virtualmente, ao passado, recuperando cenas históricas! E de ONDE teria ele conseguido isso? Nos arquivos secretos do Vaticano? Quem sabe! Teria ele rompido os poderosos e muito bem guardados selos do sigilo? E se foi este o caso, DE ONDE, ENTÃO, TERIA VINDO ESSA EXTEMPORÂNEA TECNOLOGIA? Estranho, pois certa vez o Padre Ernetti deixara escapar que a construção de tal espantoso artefato fora também calcada não somente na Física Quântica, como também.... Em ARTES OCULTAS!
"Artes Ocultas", ou TECNOLOGIAS PERDIDAS? A fantástica resposta é que uma das origens do CHRONOVISOR teria sido resgatada exatamente na misteriosa figura e das obras secretas do profeta Nostradamus! Sim, pois Michel de Nostradamus (na nossa opinião um viajante do tempo perdido no passado) teria tido um artefato SEMELHANTE, ou talvez muito melhor - elaborado a partir de antigos documentos secretos que descreviam a construção de um ARTEFATO ANTEDILUVIANO (obviamente uma avançado artefato, originário de uma perdida civilização), porém muito mais aperfeiçoado, através do qual ele podia, não somente visualizar cenas do passado, como também... DO FUTURO! E a descrição desse artefato, claro, esteve cuidadosamente escondida nos arquivos secretos do Vaticano - um conhecimento perigoso e proibido!
Equipamentos estes que eram ajustados para uma determinada época passada, - exatamente nesse monitor a eles acoplado de modo a captar cenas - recebendo, decodificando e reproduzindo radiações eletromagnéticas deixadas pelos eventos pretéritos, inclusive captando as ondas sonoras a eles associados! Algo fantástico em demasia? Talvez não!
E aqui, uma outra imagem supostamente mostrando cenas da época da crucificação de Cristo! E segundo o Padre Ernetti, tal artefato "poderia causar uma tragédia", uma vez que as suas imagens permitiram revelar (e comprovar) que a História desse evento.... Não foi bem assim como as Tradições Católicas nos relatam!

Suposta imagem real da crucificação de Jesus Cristo

Desenho do real Jesus Cristo comparada a uma pintura

sábado, 1 de novembro de 2014

As piores pessoas que já existiram

Delphine LaLaurie

Uma socialite de Nova Orleans, cuja casa era uma "câmara de horrores”. Em 10 de abril de 1834, dois escravos foram encontrados, devido a um incêndio, acorrentados ao fogão. Parece que o fogo foi causado pelos escravos que queriam chamar a atenção sobre a situação em que viviam. A surpresa maior dos bombeiros foi quando, ao serem guiados por um escravo ao sótão da casa, encontraram cerca de uma dúzia de escravos mutilados, desfigurados e acorrentados. Todos os escravos haviam sido cobaias para experiências bizarras, mudanças de sexo, pessoas com membros cortados e costurados em outras partes do corpo, entre outros absurdos. Grande parte das pessoas já haviam morrido, porém os que ainda estavam vivos imploravam pela morte.
 
Ilse Koch
Ficou conhecida como a “cadela de Buchenwald”, pela crueldade com que tratava os presos. Ilse foi casada com um nazista, porém sua maldade não chegava aos pés de seu marido. Dentre muitas histórias, conta-se que Ilse andava nua pelos campos com um chicote, para que se alguém a olhasse ela pudesse açoitar.
Uma outra história muito contada, porém sem provas, é que Ilse escolhia os presos com tatuagens mais interessantes para serem mortos, para que pudesse transformar suas peles em luminárias para sua casa. Após sua prisão, depois da guerra, ela acabou se enforcando, acredita-se que pela culpa.

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Entrevista com os espíritos: Ação dos Espíritos Sobre a matéria

Da Ação dos Espíritos Sobre a matéria

Carlos Augusto Petersen Parchen
CLASSIFICAÇÃO
DA TEORIA DAS MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS

Resumo e Roteiro

O espírito pode estar desencarnado (ou na erraticidade), ou seja, no plano espiritual, sem um corpo material, ou encarnado, constituindo o que se chama de complexo humano.
Em qualquer das possibilidades, existe um elemento comum, presente sempre junto ao espírito: o perispírito.
O perispírito é o “corpo” do espírito, é o que lhe dá limites e interação com a natureza. O perispírito é constituído de uma matéria muito sutil, fluídica, energética, que poderíamos denominar mesmo de uma “semi-matéria”, que tem a função de permitir ao espírito interagir com os elementos na natureza, agindo sobre essa e recebendo as ações dela.
Devemos lembrar que a natureza, criação Divina, foi criada a partir do Princípio Material, que junto com o Princípio Inteligente e o próprio Deus, constituem-se nos elementos básicos de todo o Universo. Assim sendo, tudo no universo que não for Deus ou oriundo do Princípio Inteligente (como por exemplo o espírito), é derivado do princípio material, e isso inclui o “plano espiritual”, que assim como o “plano material”, que possuem um elemento gerador único, ou seja, derivam do mesmo princípio, constituindo o que chamamos simplesmente de “natureza” ou “criação”.
Os dois planos (material e espiritual), portanto, têm um elemento gerador comum, estando, no entanto, em “vibrações” (ou planos vibratórios) diferentes, o que estabelece para cada um deles, “leis físicas” diferentes, específicas daquele plano.
Isso é colocado para lembrar que o perispírito, portanto, tem a “propriedade ou capacidade” de pertencer e transitar simultaneamente ou concomitantemente no plano espiritual e no plano material, e só por isso ele pode também ser o intermediário entre o espírito e o corpo físico, quando o espírito está encarnado, ligando-se intimamente ao espírito e a organização física (corpo físico) , servindo de ponte ou intermediário eficaz dos dois planos. Quando encarnado, o perispírito permite ao espírito agir sobre o próprio corpo físico, traduzindo e expressando a vontade e a inteligência do espírito para todas as células orgânicas do corpo material.
Este ponto merece ser destacado, pois as características específicas do perispírito devem ter flexibilidade tal que lhe permitam atuar sobre diferentes elementos “físicos” da natureza, quer estes pertençam ao plano espiritual, quer ao plano material quando o espírito esta encarnado. O perispírito é para o Espírito, o que o corpo é para o homem: o agente ou instrumento de sua ação.
A matéria sutil do perispírito não possui as limitações e a rigidez da matéria compacta do corpo, sendo muito sutil, maleável, flexível e expansível, ajustando-se aos impulsos do pensamento e da vontade do espírito, especialmente quando este está desencarnado, “....donde resulta que a forma que toma, conquanto decalcada na do corpo, não é absoluta, amolga-se à vontade do Espírito, que lhe pode dar a aparência que entenda, ao passo que o invólucro sólido lhe oferece invencível resistência. Livre desse obstáculo que o comprimia, o perispírito se dilata ou contrai, se transforma: presta-se, numa palavra, a todas as metamorfoses, de acordo com a vontade que sobre ele atua. Por efeito dessa propriedade do seu envoltório fluídico, é que o Espírito que quer dar-se a conhecer pode, em sendo necessário, tomar a aparência exata que tinha quando vivo, até mesmo com os acidentes corporais que possam constituir sinais para o reconhecerem...
Figura: o perispírito pertence simultaneamente ao plano espiritual e ao plano material
Figura: o perispírito pertence simultaneamente ao plano espiritual e ao plano material
O perispírito é formado automaticamente pelo espírito, com a utilização do Fluido Cósmico Universal - FCU, e com os fluidos, energias e vibrações do ambiente em que vive ou está o espírito. Quanto mais evoluído é o espírito, mais sutilizado, menos materializado é o seu perispírito. O contrário também é verdadeiro, ou seja, quanto mais “atrasado” for o espírito, mais “materializado” é o seu perispírito.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

CAMPO DE HIGGS = FLUIDO UNIVERSAL?

 
"Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis"
(I Coríntios, 3:2)
Toda a comunidade científica comemora a descoberta do Bóson de Higgs (a tal "partícula Deus"). E com razão: quanto mais entendimento científico, mais a humanidade avança em direção ao progresso material e, quem sabe, até mesmo ao espiritual, desvelando os mitos e linguagens de outrora, que mais confundiam que explicavam. Assim como a psicanálise trouxe luz aos mitos, espero que a física possa trazer luz à esse mistério que é o mundo espiritual. Antes eu achava que não haveria interação ALGUMA com a física terreste, que fosse de outra natureza, outra dimensão, sei lá, mas não é que o blog "Textos pra Reflexão" conseguiu perceber no post "O frescobol cósmico" um paralelo interessantíssimo entre o Campo de Higgs e o Fluido Universal, explicado no Livro dos Espíritos em 1857? Não quer dizer necessariamente que sejam a mesma coisa, mas está claro no texto de que tratam da MESMA relação matéria x campo:
Pode haver este campo de energia que permeia todo o universo. Ele foi inicialmente proposto porque ninguém entendia como as partículas subatômicas ganhavam suas respectivas massas. O campo proposto deve interagir com tais partículas e lhes conferir massa. As partículas massivas devem interagir mais diretamente com tal campo, enquanto partículas sem massa alguma provavelmente sequer interagiriam com ele. Para compreender melhor esta ideia podemos usar uma analogia com o oceano e os nadadores. A água faz o papel do campo proposto: Um peixe barracuda, por ser esguio e pontiagudo, pouco interage com o campo e pode se deslocar facilmente por ele. A barracuda seria similar a uma partícula com pouca ou nenhuma massa; Em contraste, um sujeito obeso, amante das rosquinhas, se moverá muito lentamente pela água. Em nossa analogia, ele seria uma partícula massiva, pois interagiria bastante com a água.
Se tal campo fluido não existisse, nenhuma partícula teria massa, e veríamos apenas luz e energia por aí. Chamamos a este campo hipotético de Campo de Higgs, em homenagem a Peter Higgs, criador da teoria. O Bóson de Higgs [4] nada mais seria do que a partícula que forma tal campo, da mesma forma que as moléculas de H2O formam a água do oceano.
(adaptado do vídeo de divulgação científica de Don Lincoln, do Fermilab)


Ao elemento material é preciso juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre a luz e a matéria propriamente dita, muito densa para que a luz possa exercer alguma ação sobre ela. Embora, sob certo ponto de vista, se possa classificar o fluido universal como um elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se fosse realmente matéria, não haveria razão para que a luz também não fosse. Está colocado entre a luz e a matéria; é fluido, como a matéria é matéria, e suscetível, pelas suas inúmeras combinações com esta e sob a ação da luz, de produzir a infinita variedade das coisas das quais os homens não conhecem senão uma ínfima parte. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que a luz se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e jamais adquiriria as propriedades que a gravidade lhe dá.
(trecho final da resposta à pergunta #27 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec)

Vejam também o que o cientista Marcelo Gleiser teve a dizer sobre a similaridade conceitual do Campo de Higgs com o Éter (ou quintessência, ou fluido universal) de Aristóteles, no post "Aristóteles e Higgs: uma parábola etérea".

FONTE: saindodamatrix.com.br

sábado, 17 de maio de 2014

Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.

 

 O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.

O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.

Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.
Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.

Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.
Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
“Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
“Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
“Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
“A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.

FONTE: G1

 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Ciência comprova a Mediunidade

Os avanços da ciência da alma

Uma pesquisa inédita usa equipamentos de última geração para investigar o cérebro dos médiuns durante o transe. As conclusões surpreendem: ele funciona de modo diferente

DENISE PARANÁ, DA FILADÉLFIA, ESTADOS UNIDOS



MEDIUNIDADE SOB INVESTIGAÇÃO Uma médium brasileira psicografa no laboratório do Hospital da Universidade da Pensilvânia (Foto: Denise Paraná/ÉPOCA)

Estávamos no mês de julho de 2008. Na Rua 34 da cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, num quarto do Hotel Penn Tower, um grupo seleto de pesquisadores e médiuns preparava-se para algo inédito. Durante dez dias, dez médiuns brasileiros se colocariam à disposição de uma equipe de cientistas do Brasil e dos EUA, que usaria as mais modernas técnicas científicas para investigar a controversa experiência de comunicação com os mortos. Eram médiuns psicógrafos, pessoas que se identificavam como capazes de receber mensagens escritas ditadas por espíritos, seres situados além da palpável matéria que a ciência tão bem reconhece. O cérebro dos médiuns seria vasculhado por equipamentos de alta tecnologia durante o transe mediúnico e fora dele. Os resultados seriam comparados. Como jornalista, fui convidada a acompanhar o experimento. Estava ali, cercada de um grupo de pessoas que acreditam ser capazes de construir pontes com o mundo invisível. Seriam eles, de fato, capazes de tal engenharia?
A produção de exames de neuroimagem (conhecidos como tomografia por emissão de pósitrons) com médiuns psicógrafos em transe é uma experiência pioneira no mundo. Os cientistas Julio Peres, Alexander Moreira-Almeida, Leonardo Caixeta, Frederico Leão e Andrew Newberg, responsáveis pela pesquisa, garantiam o uso de critérios rigorosamente científicos. Punham em jogo o peso e o aval de suas instituições. Eles pertencem às faculdades de medicina da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de Juiz de Fora, da Universidade Federal de Goiás e da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia. Principal autor do estudo, o psicólogo clínico e neurocientista Julio Peres, pesquisador do Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (Proser), do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, acalentava a ideia de que a experiência espiritual pudesse ser estudada por meio da neuroimagem.
Pela primeira vez, o cérebro dos médiuns foi investigado com os recursos modernos da neurociência 
Em frente ao Q.G. dos médiuns no Hotel Penn Tower, o laboratório de pesquisas do Hospital da Universidade da Pensilvânia estava pronto. Lá, o cientista Andrew Newberg e sua equipe aguardavam ansiosos. Médico, diretor de Pesquisa do Jefferson-Myrna Brind Centro de Medicina Integrativa e especialista em neuroimagem de experiências religiosas, Newberg é autor de vários livros, com títulos como Biologia da crença e Princípios de neuroteologia. Suas pesquisas são consideradas uma referência mundial na área. Ele acabou por se tornar figura recorrente nos documentários que tratam de ciência e religião. Meses antes, Newberg escrevera da Universidade da Pensilvânia ao consulado dos EUA, em São Paulo, pedindo que facilitasse a entrada dos médiuns em terras americanas. O consulado foi prestativo e organizou um arquivo especial com os nomes dos médiuns, classificando-o como “Protocolo Paranormal”.
>>Jacalyn Duffin: “Eu sou ateia, mas acredito em milagres”>>Tom Holland: “A religião deve ser investigada”
“É conhecido o fato de experiências religiosas afetarem a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade, a prática de supostamente estar em comunicação com ou sob o controle do espírito de uma pessoa morta, até então nunca tinha sido investigada”, diz Newberg. Os cientistas queriam investigar se havia alterações específicas na atividade cerebral durante a psicografia. Se houvesse, quais seriam? Os dez médiuns, quatro homens e seis mulheres, participavam do experimento voluntariamente. Foram selecionados no Brasil por meio de uma longa triagem. Entre os pré-requisitos, tinham de ser destros, saudáveis, não ter nenhum tipo de transtorno mental e não usar medicações psiquiátricas. Metade dos voluntários dizia carregar décadas de experiência no “intercâmbio espiritual”. Outros, menos experientes, apenas alguns anos.
Na Filadélfia, antes de a experiência começar, os médiuns passaram por uma fase de familiarização com os procedimentos e o ambiente do hospital onde seriam feitos os exames. O experimento só daria certo se os médiuns estivessem plenamente à vontade. Todos se perguntavam se o transe seria possível tão longe de casa, num hospital em que se podia perguntar se Dr. Gregory House, o personagem de ficção interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie, não apareceria ali a qualquer momento.
>>Por que em um mês Nova York ganhou tantos santos quanto o Brasil em toda a sua história
Numa sala com aviso de perigo, alta radiação, começaram os exames. Por meio do método conhecido pela sigla Spect (Single Photon Emission Computed Tomography, ou Tomografia Computadorizada de Emissão de Fóton Único), mapeou-se a atividade do cérebro por meio do fluxo sanguíneo de cada um dos médiuns durante o transe da psicografia. Como tarefa de controle, o mesmo mapeamento foi realizado novamente, desta vez durante a escrita de um texto original de própria autoria do médium, uma redação sem transe e sem a “cola espiritual”. Os autores do estudo partiam da seguinte hipótese: uma vez que tanto a psicografia como as outras escritas dos médiuns são textos planejados e inteligíveis, as áreas do cérebro associadas à criatividade e ao planejamento seriam recrutadas igualmente nas duas condições. Mas não foi o que aconteceu. Quando o mapeamento cerebral das duas atividades foi comparado, os resultados causaram espanto.
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