sábado, 1 de novembro de 2014

As piores pessoas que já existiram

Delphine LaLaurie

Uma socialite de Nova Orleans, cuja casa era uma "câmara de horrores”. Em 10 de abril de 1834, dois escravos foram encontrados, devido a um incêndio, acorrentados ao fogão. Parece que o fogo foi causado pelos escravos que queriam chamar a atenção sobre a situação em que viviam. A surpresa maior dos bombeiros foi quando, ao serem guiados por um escravo ao sótão da casa, encontraram cerca de uma dúzia de escravos mutilados, desfigurados e acorrentados. Todos os escravos haviam sido cobaias para experiências bizarras, mudanças de sexo, pessoas com membros cortados e costurados em outras partes do corpo, entre outros absurdos. Grande parte das pessoas já haviam morrido, porém os que ainda estavam vivos imploravam pela morte.
 
Ilse Koch
Ficou conhecida como a “cadela de Buchenwald”, pela crueldade com que tratava os presos. Ilse foi casada com um nazista, porém sua maldade não chegava aos pés de seu marido. Dentre muitas histórias, conta-se que Ilse andava nua pelos campos com um chicote, para que se alguém a olhasse ela pudesse açoitar.
Uma outra história muito contada, porém sem provas, é que Ilse escolhia os presos com tatuagens mais interessantes para serem mortos, para que pudesse transformar suas peles em luminárias para sua casa. Após sua prisão, depois da guerra, ela acabou se enforcando, acredita-se que pela culpa.

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Entrevista com os espíritos: Ação dos Espíritos Sobre a matéria

Da Ação dos Espíritos Sobre a matéria

Carlos Augusto Petersen Parchen
CLASSIFICAÇÃO
DA TEORIA DAS MANIFESTAÇÕES FÍSICAS ESPONTÂNEAS

Resumo e Roteiro

O espírito pode estar desencarnado (ou na erraticidade), ou seja, no plano espiritual, sem um corpo material, ou encarnado, constituindo o que se chama de complexo humano.
Em qualquer das possibilidades, existe um elemento comum, presente sempre junto ao espírito: o perispírito.
O perispírito é o “corpo” do espírito, é o que lhe dá limites e interação com a natureza. O perispírito é constituído de uma matéria muito sutil, fluídica, energética, que poderíamos denominar mesmo de uma “semi-matéria”, que tem a função de permitir ao espírito interagir com os elementos na natureza, agindo sobre essa e recebendo as ações dela.
Devemos lembrar que a natureza, criação Divina, foi criada a partir do Princípio Material, que junto com o Princípio Inteligente e o próprio Deus, constituem-se nos elementos básicos de todo o Universo. Assim sendo, tudo no universo que não for Deus ou oriundo do Princípio Inteligente (como por exemplo o espírito), é derivado do princípio material, e isso inclui o “plano espiritual”, que assim como o “plano material”, que possuem um elemento gerador único, ou seja, derivam do mesmo princípio, constituindo o que chamamos simplesmente de “natureza” ou “criação”.
Os dois planos (material e espiritual), portanto, têm um elemento gerador comum, estando, no entanto, em “vibrações” (ou planos vibratórios) diferentes, o que estabelece para cada um deles, “leis físicas” diferentes, específicas daquele plano.
Isso é colocado para lembrar que o perispírito, portanto, tem a “propriedade ou capacidade” de pertencer e transitar simultaneamente ou concomitantemente no plano espiritual e no plano material, e só por isso ele pode também ser o intermediário entre o espírito e o corpo físico, quando o espírito está encarnado, ligando-se intimamente ao espírito e a organização física (corpo físico) , servindo de ponte ou intermediário eficaz dos dois planos. Quando encarnado, o perispírito permite ao espírito agir sobre o próprio corpo físico, traduzindo e expressando a vontade e a inteligência do espírito para todas as células orgânicas do corpo material.
Este ponto merece ser destacado, pois as características específicas do perispírito devem ter flexibilidade tal que lhe permitam atuar sobre diferentes elementos “físicos” da natureza, quer estes pertençam ao plano espiritual, quer ao plano material quando o espírito esta encarnado. O perispírito é para o Espírito, o que o corpo é para o homem: o agente ou instrumento de sua ação.
A matéria sutil do perispírito não possui as limitações e a rigidez da matéria compacta do corpo, sendo muito sutil, maleável, flexível e expansível, ajustando-se aos impulsos do pensamento e da vontade do espírito, especialmente quando este está desencarnado, “....donde resulta que a forma que toma, conquanto decalcada na do corpo, não é absoluta, amolga-se à vontade do Espírito, que lhe pode dar a aparência que entenda, ao passo que o invólucro sólido lhe oferece invencível resistência. Livre desse obstáculo que o comprimia, o perispírito se dilata ou contrai, se transforma: presta-se, numa palavra, a todas as metamorfoses, de acordo com a vontade que sobre ele atua. Por efeito dessa propriedade do seu envoltório fluídico, é que o Espírito que quer dar-se a conhecer pode, em sendo necessário, tomar a aparência exata que tinha quando vivo, até mesmo com os acidentes corporais que possam constituir sinais para o reconhecerem...
Figura: o perispírito pertence simultaneamente ao plano espiritual e ao plano material
Figura: o perispírito pertence simultaneamente ao plano espiritual e ao plano material
O perispírito é formado automaticamente pelo espírito, com a utilização do Fluido Cósmico Universal - FCU, e com os fluidos, energias e vibrações do ambiente em que vive ou está o espírito. Quanto mais evoluído é o espírito, mais sutilizado, menos materializado é o seu perispírito. O contrário também é verdadeiro, ou seja, quanto mais “atrasado” for o espírito, mais “materializado” é o seu perispírito.
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

CAMPO DE HIGGS = FLUIDO UNIVERSAL?

 
"Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podíeis suportar; nem ainda agora podeis"
(I Coríntios, 3:2)
Toda a comunidade científica comemora a descoberta do Bóson de Higgs (a tal "partícula Deus"). E com razão: quanto mais entendimento científico, mais a humanidade avança em direção ao progresso material e, quem sabe, até mesmo ao espiritual, desvelando os mitos e linguagens de outrora, que mais confundiam que explicavam. Assim como a psicanálise trouxe luz aos mitos, espero que a física possa trazer luz à esse mistério que é o mundo espiritual. Antes eu achava que não haveria interação ALGUMA com a física terreste, que fosse de outra natureza, outra dimensão, sei lá, mas não é que o blog "Textos pra Reflexão" conseguiu perceber no post "O frescobol cósmico" um paralelo interessantíssimo entre o Campo de Higgs e o Fluido Universal, explicado no Livro dos Espíritos em 1857? Não quer dizer necessariamente que sejam a mesma coisa, mas está claro no texto de que tratam da MESMA relação matéria x campo:
Pode haver este campo de energia que permeia todo o universo. Ele foi inicialmente proposto porque ninguém entendia como as partículas subatômicas ganhavam suas respectivas massas. O campo proposto deve interagir com tais partículas e lhes conferir massa. As partículas massivas devem interagir mais diretamente com tal campo, enquanto partículas sem massa alguma provavelmente sequer interagiriam com ele. Para compreender melhor esta ideia podemos usar uma analogia com o oceano e os nadadores. A água faz o papel do campo proposto: Um peixe barracuda, por ser esguio e pontiagudo, pouco interage com o campo e pode se deslocar facilmente por ele. A barracuda seria similar a uma partícula com pouca ou nenhuma massa; Em contraste, um sujeito obeso, amante das rosquinhas, se moverá muito lentamente pela água. Em nossa analogia, ele seria uma partícula massiva, pois interagiria bastante com a água.
Se tal campo fluido não existisse, nenhuma partícula teria massa, e veríamos apenas luz e energia por aí. Chamamos a este campo hipotético de Campo de Higgs, em homenagem a Peter Higgs, criador da teoria. O Bóson de Higgs [4] nada mais seria do que a partícula que forma tal campo, da mesma forma que as moléculas de H2O formam a água do oceano.
(adaptado do vídeo de divulgação científica de Don Lincoln, do Fermilab)


Ao elemento material é preciso juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre a luz e a matéria propriamente dita, muito densa para que a luz possa exercer alguma ação sobre ela. Embora, sob certo ponto de vista, se possa classificar o fluido universal como um elemento material, ele se distingue deste por propriedades especiais. Se fosse realmente matéria, não haveria razão para que a luz também não fosse. Está colocado entre a luz e a matéria; é fluido, como a matéria é matéria, e suscetível, pelas suas inúmeras combinações com esta e sob a ação da luz, de produzir a infinita variedade das coisas das quais os homens não conhecem senão uma ínfima parte. Esse fluido universal, ou primitivo, ou elementar, sendo o agente de que a luz se utiliza, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e jamais adquiriria as propriedades que a gravidade lhe dá.
(trecho final da resposta à pergunta #27 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec)

Vejam também o que o cientista Marcelo Gleiser teve a dizer sobre a similaridade conceitual do Campo de Higgs com o Éter (ou quintessência, ou fluido universal) de Aristóteles, no post "Aristóteles e Higgs: uma parábola etérea".

FONTE: saindodamatrix.com.br

sábado, 17 de maio de 2014

Neurocirurgião volta do coma e se convence que há vida após a morte

Alexander Eben entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.

 

 O Fantástico conta uma história do além! Um neurocirurgião americano nunca acreditou em vida após a morte até passar por uma experiência dramática. Ele entrou em coma profundo, teve visões de uma espécie de paraíso, e voltou convencido de que existe vida do outro lado.

O que existe depois que a vida acaba? Para o neurocirurgião Alexander Eben, a morte sempre significou o fim de tudo. Ele entende do assunto: foi professor da escola de medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e há mais de 25 anos estuda o cérebro.
Sempre tinha uma explicação científica para os relatos dos pacientes que voltavam do coma com histórias de jornadas fora do corpo para lugares desconhecidos. Até que ele próprio vivenciou uma delas. E agora afirma: existe vida após a morte.

Era 10 de novembro de 2008. O doutor Alexander é levado às pressas para o hospital, com fortes dores de cabeça. Ao chegar lá, é imediatamente internado na UTI. Em poucas horas já estava em coma profundo.
Ele havia contraído uma forma rara de meningite. Quando o doutor Alexander entrou no hospital os médicos disseram à família que a possibilidade dele sobreviver seria muito baixa.  Ele ficou em coma profundo por sete dias. E foi durante esse período que o doutor Alexander afirma ter tido a experiência mais fantástica que um ser humano pode ter.

Na jornada que eu tive não existia corpo, apenas a minha consciência, diz o médico. Meu cérebro não funcionava. Eu não me lembrava de nada da minha vida pessoal, meus filhos, ou quem eu era.
Ele escreveu um livro para relatar a sua experiência de quase morte. E conta que primeiro foi levado para um ambiente escuro, lamacento e sem seguida chegou a um lugar bonito e tranqüilo. Um vale extenso, muito verde, cheio de flores e repleto de borboleta, diz ele. Ele conta que viu também um espírito lindo, uma mulher com uma roupa simples e com asas. Ela me disse: ‘você vai ser amado para sempre, não há nada a temer, nós vamos cuidar de você’.
Perguntamos ao doutor Alexander se ele viu Deus. Ele disse que sim: Deus estava em tudo ao meu redor, ele estava lá o tempo todo.
Um pesquisador da Universidade Federal de Juiz de Fora participa do maior estudo mundial já feito sobre as experiências de quase morte.
“Os estudos mostram que apenas 10%, uma em cada dez pessoas que tiveram uma ressuscitação bem sucedida relatam experiência de quase morte. Os pacientes que vivenciaram uma experiência de quase morte tendem a ter ao longo do tempo, por exemplo, aumento da satisfação com a vida, tendem a ter diminuição do medo da morte, maior apreciação da espiritualidade, maior apreciação da natureza”, afirma o professor de psiquiatria da Universidade de Juiz de Fora Alexander Moreira-Almeida.
A morte é uma transição, não é o fim de tudo, resume o doutor Alexander. Minha jornada serviu para me mostrar que a consciência nossa existe além do corpo, e ela é muito mais rica fora dele. Isso pode significar que a nossa alma, nosso espírito, seria eterno.
No Brasil, existem pacientes como o doutor Alexander.  Outro caso aconteceu com a mãe de Vera Tabach que passou três meses em coma. Ela voltou contando uma história incrível.
“Ela confessou que nesse período de coma ela se viu como se fosse num quarto de hospital sempre numa cama com várias pessoas em volta de branco. Ela disse que tinha feito um acordo. Que eles tinham dado mais 20 anos para ela, que ela ia conseguir criar os filhos e depois ela ia embora. E a gente acho aquilo uma história, mas realmente aconteceu”, lembra a jornalista Vera Tabach.
Dia 17 de outubro de 1974, quando ela foi para UTI. E voltou depois de um tempo. Quando passou 20 anos, em 1994, em abril, ela começou a se sentir mal. Às 05h, 18 de outubro de 1994, ela morreu.
“Ela sempre dizia que na vida só não tinha jeito pra morte. E depois que ela voltou ela disse que até para morte tinha jeito” conta Vera Tabach.
O doutor Alexander diz que por dois anos tentou achar uma explicação científica para o que aconteceu com ele e com esses outros pacientes. Queria saber se tudo podia ser uma ilusão produzida de alguma maneira pelo cérebro, conversei com colegas da área e cheguei à conclusão de que não há como que explicar. Não foi alucinação, não foi sonho.
Mas nem todos concordam. O professor de neurociências da Universidade de Columbia, Dean Mobbs, diz que é difícil acreditar num desligamento completo do cérebro. E que mesmo no caso do doutor Alexander, outras áreas do cérebro podem ter permanecido ativas, provocando as sensações que ele descreve.
O nosso cérebro é muito bom em transformar a realidade. Em um acidente, como um trauma na cabeça, os caminhos do cérebro podem ser danificados mas é possível que ele encontre outras maneiras de identificar os sinais que vêm de fora e criar uma nova experiência como a da quase morte, por exemplo.
O uso de fortes analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante estados de coma podem explicar que luzes e sons estranhos sejam percebidos pela mente.
E a sensação de estar fora do corpo já foi induzida artificialmente em muitas pesquisas. Eu acho que essas experiências de quase morte na realidade são uma maneira do cérebro lidar com um trauma.
A ciência ainda não tem respostas conclusivas sobre as experiências de quase morte.
“A grande discussão que existe hoje é: a mente é um produto do cérebro, o cérebro produz a mente; ou a mente é algo além do cérebro, mas que se relaciona com o cérebro”, questiona Alexander.
Independentemente do que tem acontecido,  diz a esposa do doutor Alexander, para ela, que ficou ao lado do leito do hospital esperando o marido voltar, o final foi feliz. Quando chegamos em casa e sentamos no sofá, não acreditei que ele estava  junto comigo de novo.

FONTE: G1

 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Ciência comprova a Mediunidade

Os avanços da ciência da alma

Uma pesquisa inédita usa equipamentos de última geração para investigar o cérebro dos médiuns durante o transe. As conclusões surpreendem: ele funciona de modo diferente

DENISE PARANÁ, DA FILADÉLFIA, ESTADOS UNIDOS



MEDIUNIDADE SOB INVESTIGAÇÃO Uma médium brasileira psicografa no laboratório do Hospital da Universidade da Pensilvânia (Foto: Denise Paraná/ÉPOCA)

Estávamos no mês de julho de 2008. Na Rua 34 da cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, num quarto do Hotel Penn Tower, um grupo seleto de pesquisadores e médiuns preparava-se para algo inédito. Durante dez dias, dez médiuns brasileiros se colocariam à disposição de uma equipe de cientistas do Brasil e dos EUA, que usaria as mais modernas técnicas científicas para investigar a controversa experiência de comunicação com os mortos. Eram médiuns psicógrafos, pessoas que se identificavam como capazes de receber mensagens escritas ditadas por espíritos, seres situados além da palpável matéria que a ciência tão bem reconhece. O cérebro dos médiuns seria vasculhado por equipamentos de alta tecnologia durante o transe mediúnico e fora dele. Os resultados seriam comparados. Como jornalista, fui convidada a acompanhar o experimento. Estava ali, cercada de um grupo de pessoas que acreditam ser capazes de construir pontes com o mundo invisível. Seriam eles, de fato, capazes de tal engenharia?
A produção de exames de neuroimagem (conhecidos como tomografia por emissão de pósitrons) com médiuns psicógrafos em transe é uma experiência pioneira no mundo. Os cientistas Julio Peres, Alexander Moreira-Almeida, Leonardo Caixeta, Frederico Leão e Andrew Newberg, responsáveis pela pesquisa, garantiam o uso de critérios rigorosamente científicos. Punham em jogo o peso e o aval de suas instituições. Eles pertencem às faculdades de medicina da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal de Juiz de Fora, da Universidade Federal de Goiás e da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia. Principal autor do estudo, o psicólogo clínico e neurocientista Julio Peres, pesquisador do Programa de Saúde, Espiritualidade e Religiosidade (Proser), do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, acalentava a ideia de que a experiência espiritual pudesse ser estudada por meio da neuroimagem.
Pela primeira vez, o cérebro dos médiuns foi investigado com os recursos modernos da neurociência 
Em frente ao Q.G. dos médiuns no Hotel Penn Tower, o laboratório de pesquisas do Hospital da Universidade da Pensilvânia estava pronto. Lá, o cientista Andrew Newberg e sua equipe aguardavam ansiosos. Médico, diretor de Pesquisa do Jefferson-Myrna Brind Centro de Medicina Integrativa e especialista em neuroimagem de experiências religiosas, Newberg é autor de vários livros, com títulos como Biologia da crença e Princípios de neuroteologia. Suas pesquisas são consideradas uma referência mundial na área. Ele acabou por se tornar figura recorrente nos documentários que tratam de ciência e religião. Meses antes, Newberg escrevera da Universidade da Pensilvânia ao consulado dos EUA, em São Paulo, pedindo que facilitasse a entrada dos médiuns em terras americanas. O consulado foi prestativo e organizou um arquivo especial com os nomes dos médiuns, classificando-o como “Protocolo Paranormal”.
>>Jacalyn Duffin: “Eu sou ateia, mas acredito em milagres”>>Tom Holland: “A religião deve ser investigada”
“É conhecido o fato de experiências religiosas afetarem a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade, a prática de supostamente estar em comunicação com ou sob o controle do espírito de uma pessoa morta, até então nunca tinha sido investigada”, diz Newberg. Os cientistas queriam investigar se havia alterações específicas na atividade cerebral durante a psicografia. Se houvesse, quais seriam? Os dez médiuns, quatro homens e seis mulheres, participavam do experimento voluntariamente. Foram selecionados no Brasil por meio de uma longa triagem. Entre os pré-requisitos, tinham de ser destros, saudáveis, não ter nenhum tipo de transtorno mental e não usar medicações psiquiátricas. Metade dos voluntários dizia carregar décadas de experiência no “intercâmbio espiritual”. Outros, menos experientes, apenas alguns anos.
Na Filadélfia, antes de a experiência começar, os médiuns passaram por uma fase de familiarização com os procedimentos e o ambiente do hospital onde seriam feitos os exames. O experimento só daria certo se os médiuns estivessem plenamente à vontade. Todos se perguntavam se o transe seria possível tão longe de casa, num hospital em que se podia perguntar se Dr. Gregory House, o personagem de ficção interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie, não apareceria ali a qualquer momento.
>>Por que em um mês Nova York ganhou tantos santos quanto o Brasil em toda a sua história
Numa sala com aviso de perigo, alta radiação, começaram os exames. Por meio do método conhecido pela sigla Spect (Single Photon Emission Computed Tomography, ou Tomografia Computadorizada de Emissão de Fóton Único), mapeou-se a atividade do cérebro por meio do fluxo sanguíneo de cada um dos médiuns durante o transe da psicografia. Como tarefa de controle, o mesmo mapeamento foi realizado novamente, desta vez durante a escrita de um texto original de própria autoria do médium, uma redação sem transe e sem a “cola espiritual”. Os autores do estudo partiam da seguinte hipótese: uma vez que tanto a psicografia como as outras escritas dos médiuns são textos planejados e inteligíveis, as áreas do cérebro associadas à criatividade e ao planejamento seriam recrutadas igualmente nas duas condições. Mas não foi o que aconteceu. Quando o mapeamento cerebral das duas atividades foi comparado, os resultados causaram espanto.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Transição Planetária, Mundo de regeneração, Era de Aquário


Esse Post é um apanhado sobre o tema Transição Planetária, que afirma, a terra passará de Mundo de Provas e expiação para Mundo de Regeneração:

2 Perguntas feitas ao Médium Divaldo Franco:
P. – Como o Espiritismo vê as mudanças advindas da era de Aquários? 
Divaldo – Allan Kardec usou a imagem com outras palavras. A Terra era como uma escola, um período de prova e expiações, mas depois o mundo passaria ao novo ciclo de evolução. O mundo de regeneração, a era de Aquários, para as tradições que vêm do oriente. Algumas doutrinas orientais ainda aguardam essa fase, algumas delas fundamentadas em fenômenos astrológicos, quando haveria uma conjunção que iria corresponder a um período de paz. Nessa mudança de ciclo sempre ocorrem muitos desvarios e desequilíbrios, as grandes tormentas para depois vir a tranqüilidade. Logo mais virá, realmente, esse mundo de paz cantado nos anos 60 pela filosofia hippie, como a era de Aquário. Os espíritos que irão habitar a Terra já não serão espíritos tão endividados. O essencial é o amor.



P. – Com a mudança dessa era de Provas e Expiações para a de Regeneração, para onde irão os espíritos resistentes à evolução?

Divaldo – A Bíblia tem uma imagem muito bonita de que aquele anjo que se rebelou contra Deus foi banido do céu e desceu ao inferno. É uma figura mítica, pois Deus não vai punir, vai educar, as vezes se utilizando de meios enérgicos para o rebelde. Então, Lucifer, para nós, é a inteligência rebelde. As vezes o sentimento é bom, mas a inteligência é ingrata. O nosso desejo é do bem, mas nossa inclinação é perturbadora. Acreditamos que os espíritos rebeldes serão exilados para um planeta inferior, como ocorreu com a Terra, que entre seu período de transição recebeu um grande número de espíritos que teriam vindo de um sistema mais evoluído, acredita-se que do sistema Capela, tomaram nossos corpos e desenvolveram grandes civilizações da antiguidade oriental, do Egito, a Síria, a Babilônia, a Índia, China, Japão, as grandes culturas, da Pérsia, da Grécia, e depois voltaram reabilitados. Nós acreditamos que os espíritos mais rebeldes irão para um planeta inferior, que lhes parecerá um verdadeiro inferno, pois abandonarão um mundo de tecnologia para habitar um mundo primário, e irão estimular os espíritos lá residentes e se purificar.

Pergunta feita ao site Espirito.org.br:
É verdade que a Terra passa de um mundo de expiações para um mundo de regeneração, e que este mundo praticamente começaria junto com a virada do milênio? E ainda, que muitos dos Espíritos que hoje desencarnam, se não tiverem seu campo vibratório em sintonia com esse novo mundo que se aproxima (regeneração), somente poderão reencarnar em outros planetas ainda em expiação?
R - Sim, a Terra passa por um processo acelerado de transformação. Suspeita-se que a profunda crise humana, chamada pelos Profetas de "A grande tribulação", esteja se aproximando do nosso tempo. Não há uma época específica para o ponto crítico dessa crise e o próprio Jesus afirmou que só Deus saberia o dia exato que isso aconteceria. Disse, no entanto, que por determinados sinais seus seguidores poderiam reconhecê-la. Veja mais detalhes nas Escrituras, Evangelho Segundo Mateus, capítulos 24 e 25. Quanto aos Espíritos que desencarnam, se não tiverem condições para viver numa sociedade de regeneração, certamente serão levados para outros mundos, conforme seu próprio grau evolutivo. Claro, isso acontecerá num tempo específico. Só em períodos distintos existem migrações de Espíritos humanos para outros orbes.

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