segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

A Inquisição Protestante

 Muitos evangélicos falam da Inquisição Católica, mas poucos sabem sobre a Inquisição Protestante.


Alemanha
Bandos protestantes esfolaram os monges da abadia de São Bernardo, em Bremen, passaram sal em suas carnes vivas e depois os penduraram no campanário.
Em Augsburgo, em 1528, cerca de 170 anabatistas foram aprisionados por ordem do Poder Público. Muitos foram queimados vivos; outros foram marcados com ferro em brasa nas bochechas ou tiveram a língua cortada.
Em 1537, o Conselho Municipal publicou um decreto que proibia o culto católico e estabelecia o prazo de oito dias para que os católicos abandonassem a cidade. Ao término desse prazo, soldados passaram a perseguir os que não aceitaram a nova fé. Igrejas e mosteiros foram profanados, imagens foram derrubadas, altares e o patrimônio artístico-cultural foram saqueados, queimados e destruídos. Também em Frankfurt, a lei determinou a total suspensão do culto católico e a estendeu a todos os estados alemães.

O teólogo protestante Meyfart descreveu uma tortura que ele mesmo presenciou: “Um espanhol e um italiano foram os que sofreram esta bestialidade e brutalidade. Nos países católicos não se condena um assassino, um incestuoso ou um adúltero a mais de uma hora de tortura (sic). Porém, na Alemanha, a tortura é mantida por um dia e uma noite inteira; às vezes, até por dois dias; outras vezes, até por quatro dias e, após isto, é novamente iniciada. Esta é uma história exata e horrível, que não pude presenciar sem também me estremecer. “

Inglaterra 
Seis monges Cartuxos e o bispo de Rochester foram sumariamente enforcados. Na época da imperadora Isabel, cerca de 800 católicos eram assassinados por ano e Jesuítas foram assassinados ou torturados. Um ato do Parlamento inglês, em 1562, decretou que “cada sacerdote romano deve ser pendurado, decapitado e esquartejado; a seguir, deve ser queimado e sua cabeça exposta num poste em local público”.
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domingo, 22 de novembro de 2015

Eternas conspirações dos poderosos (Documentário PROIBIDO pela GLOBO)

Documentário da BBC de 1993 que a GLOBO proibiu a exibição no Brasil. Assista e entenda como são feitas as manipulações e conspirações que muitos teimam em achar que não existem.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Conspirações e manipulação no Futebol

Dirigente da Fifpro desconfia de investimento de magnatas no futebol: ‘Não estou otimista’


Secretário-geral da Federação Internacional de Jogadores de Futebol (Firpro), o holandês Theo van Seggelen viaja o mundo observando — e denunciando — ilegalidades referentes ao futebol e ao cuidado com os jogadores. E, ao rodar o planeta, constata uma realidade digna de filmes de gângster dos anos 40: para além do glamour de Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar, há um futebol marcado por violência, lavagem de dinheiro e manipulação de resultados — um universo que chega com perigo ao "primeiro mundo" do esporte com a entrada de magnatas milionários do Leste Europeu e do Oriente Médio em clubes seculares, como o Paris Saint-Germain e o Chelsea.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Os 8 piores casos da DeepWeb que foram descobertos por internautas


8. Grupos extremistas

Grupos extremistas já existem na Surface, o que muda para Deep é o número e a forma como agem. Na DeepWeb, os extremistas que disseminam todo tipo de preconceito, na maioria das vezes, optam por fóruns bloqueados, nos quais o usuários passa por diversos testes para entrar. Há crackers atuando junto com esses grupos e pode ter certeza que a sua vida vai ser vasculhada por inteiro antes de você por os olhos no que está escrito em algum desses fóruns.Existe também os mais amadores. Esses não tem cuidado algum, porém, não deixam de serem violentos. Reúnem membros para marcarem ataques às suas vítimas, mostram imagens dos seus feitos – como, por exemplo, vídeos de grupos atacando judeus nas ruas –  , apresentam teses sem pés nem cabeça sobre o porquê o seu preconceito deve ser alimentado, recrutam pessoal e fazem iniciações desses recrutados. Sorte nossa que a Polícia Federal e toda a polícia internacional fica de olho nesses camaradas e cada vez mais eles param na cadeia.


7. Hitman’s - Assassinos Contratados

 Sicários brotam por todos os cantos da DeepWeb. Encontrá-los não é uma tarefa fácil mas o fato é que existem muitos e oferecendo os mais variados serviços. A maior parte é da Europa Central e Ásia e tem seus preços definidos por méritos e alvo. Méritos é referente aos alvos já executados com sucesso, ou seja, quanto mais alvos executados, maior a confiabilidade e consequentemente, o preço.  A outra classificação de preço é o tipo de alvo. Normalmente, pessoas comuns são as mais baratas. O preço aumenta com a posição da pessoa diante a sociedade e dificuldade para executar o alvo. Quanto maior a fama e contato com o público ou a dificuldade de eliminar o alvo, maior o preço. Por exemplo, um político tem uma vida pública bastante ativa, desse modo, será mais caro. Já um militar tem treinamento com armas e pode apresentar riscos para o assassino, logo, também é mais caro.

Poucos sicários foram descobertos. Um caso famoso foi um francês de iniciais A. J. que foi preso na Bulgária. Ele oferecia o serviço na  DeepWeb e terminou sendo rastreado pela Interpol. Como não foi possível provar a sua atuação, terminou sendo solto. Os comentários nos fóruns da Deep é que os melhores sicários são absurdamente difíceis de achar. Seus sites ficam nas ultimas camadas e você só encontra por indicação de alguém que já foi cliente.
 
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domingo, 2 de agosto de 2015

Mais uma prova da hipocrisia das Igrejas e que Não existe "Cura Gay"

Presidente da instituição americana que promove a cura gay pede desculpas e assume que é homossexual


A carta da Alan Chambers foi publicada no site da instituição
com o título: "Me desculpe" Reprodução/Exudos

Alan Chambers, que liderava a igreja Exudos nos EUA,
reconheceu que causou muita dor e sofrimento aos homossexuais e simpatizantes
Do R7
Desde 1976, a igreja norte-americana Exudos liderada por Alan Chambers defendeu a luta contra os homossexuais atuando a favor da criminalização do relacionamento entre pessoas do mesmo sexo e aplicando métodos de “cura gay”. Entretendo, na última quarta-feira (19) o presidente da instituição religiosa publicou no site da organização uma carta assumindo que é gay; pedindo desculpas para a comunidade homossexual por toda a dor e sofrimento que causou; e declarando publicamente o fechamento da igreja.

A Exudos, nos seus quarenta anos de existência, construiu um império religioso com mais de 260 igrejas espalhadas pelos EUA.  O grupo afirma em seu site ser o maior ministério do mundo na luta contra o homossexualismo. Por isso, ao anunciar o seu fechamento, o fundador Alan Chambers surpreendeu muitos dos seus seguidores e, sobretudo os movimentos de direitos humanos que questionavam a doutrina da organização.
O presidente da Exudos, que outrora era o principal orador da organização, afirmou que ele mesmo tentou lutar contra sua atração por pessoas do mesmo sexo. No documento divulgado esta semana, Chambers disse que todo seu esforço em controlar suas vontades foi em vão e que hoje passou a aceitar tais sentimentos.
O líder também pede desculpas para a comunidade homossexual por toda a dor e sofrimento que causou nos anos em que combateu os movimentos gays que questionavam a cura da opção sexual. Ele também lamentou profundamente por ter afastado pessoas da a fé cristã com sua intolerância e até influenciado em ações de suicidas de fiéis desamparados.
“Eu estou profundamente triste que muitos se distanciaram da fé e que alguns escolheram acabar com suas as vidas”


vi aqui: http://nogueirajr.blogspot.com.br
OBS (Quero a Verdade): Para mim todos esses tipos(Felicianos) são Gays enrustidos. Essa é mais uma prova disso.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Entrevista com os espíritos: Poderes de Transporte


Este fenômeno consiste no transporte espontâneo de objetos que não existem no lugar da reunião. Trata-se geralmente de flores, algumas vezes de frutos, de confeitos, de jóias etc.

As questões seguintes foram apresentadas ao Espírito que os produzia, mas suas respostas às vezes se ressentem da sua falta de conhecimentos. Submetemo-las ao Espírito Erasto, muito mais esclarecido do ponto de vista teórico, que as completou com anotações bastante judiciosas. Um é o artesão, outro é o sábio. A própria comparação dessas duas inteligências é um estudo instrutivo, pois demonstra que não basta ser Espírito para tudo compreender.
1 – Queres dizer-nos por que os aportes que produzes só se realizam durante o sono magnético do médium?
— Por causa da natureza do médium. Os fatos que produzo quando ele dorme, poderia igualmente produzir no estado de vigília de outro médium.
 
2. Por que demoras tanto a trazer os objetos, e por que excitas a cobiça do médium, excitando-lhe o desejo de obter o objeto prometido?
— Necessito de tempo para preparar os fluidos que servem ao aporte. Quanto à excitação, muitas vezes tem apenas o fim de divertir os presentes e a sonâmbula.
Nota de Erasto – O Espírito que respondeu sabe apenas isso. Não tem consciência do motivo dessa excitação da cobiça, que provoca instintivamente e sem compreender-lhe o efeito. Ele pensa divertir, quando na verdade estimula, sem o saber. Maior emissão de fluido. É uma decorrência das dificuldades que o fenômeno apresenta, dificuldades maiores quando ele não é espontâneo, e particularmente com outros médiuns.
 
3. A produção de fenômeno depende da natureza especial do médium, e seria possível obtê-lo com mais facilidade e presteza por outro médium?
— A produção do fenômeno depende da natureza do médium, e só se pode produzi-lo por meio de médiuns dessa natureza. Para a presteza, vale-nos muito o hábito adquirido no trato freqüente do mesmo médium.
 
4. A influência das pessoas presentes pode embaraçá-lo de alguma maneira?
— Quando há incredulidade, oposição, da parte delas, podem criar-nos sérias dificuldades. Preferimos realizar nossas experiências com pessoas crentes e versadas no Espiritismo.Mas não quero dizer, com isso, que a má vontade nos pudesse paralisar por completo.
5. Onde pegaste as flores e os bombons que trouxeste?
— As flores, nos jardins, onde elas me agradem.
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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Javé/Jeová nem sempre foi o Deus único

Pesquisadores revelam que Javé, o grande personagem da Bíblia, não foi visto sempre como Deus único. Antes do Livro Sagrado, ele era só mais um entre muitas divindades. Saiba como Deus conquistou seu espaço no céu. E na Terra


Deus criou o Universo.
Deus está em todos os lugares.
Deus é a força que nos une.


Cada sociedade vê a figura do Criador à sua maneira. Cada indivíduo, até. Para Einstein, Ele era as leis que governam o tempo e o espaço - a natureza em sua acepção mais profunda. Para os ateus, Deus é uma ilusão. Para o papa Bento 16, é o amor, a caridade. "Quem ama habita Deus; ao mesmo tempo, Deus habita quem ama", escreveu em sua primeira encíclica.

Pontos de vista à parte, toda cultura humana já teve seu Deus. Seus deuses, na maioria dos casos: seres divinos que interagiam entre si em mitologias de enredo farto, recheadas de brigas, lágrimas, reconciliações. Os deuses eram humanos.

Mas isso mudou. A imagem divina que se consolidou é bem diferente. Deus ganhou letra maiúscula na cultura ocidental. Os panteões divinos acabaram. Deus tornou-se único. É o Deus da Bíblia, Javé, o criador da luz e da humanidade. O pai de Jesus. Essa concepção, que hoje parece eterna, de tanto que a conhecemos, não nasceu pronta. Ela é fruto de fatos históricos que aconteceram antes de a Bíblia ter sido escrita. O próprio Javé já foi uma divindade entre muitas. Fez parte de um panteão do qual não era nem o chefe. O fato de ele ter se tornado o Deus supremo, então, é marcante: se fosse entre os deuses gregos, seria como se uma divindade de baixo escalão, como o Cupido, tivesse ascendido a uma posição maior que a de Zeus É essa história que vamos contar aqui. A história de Javé, a figura que começou como um pequeno deus do deserto e depois moldaria a forma como cada um de nós entende a ideia de Deus, não importando quem ou o que Deus seja para você.

Criança
No princípio, Ele não sabia falar. Só chorava, grunhia e balbuciava. Deus era uma criança. Uma não, muitas: um deus era a chuva, outro deus, o Sol, mais outro, o trovão... Os deuses eram as forças por trás de uma natureza inexplicável para os primeiros humanos da Terra. Facetas de divindades borbulhavam em cachoeiras, galopavam com os cavalos selvagens, voavam com o vento, escondiam-se em cada rochedo, bosque ou duna do deserto. E do deserto veio a que daria origem ao Deus para valer.

Deuses nasceram do pôquer. A crença em divindades provavelmente vem da capacidade humana de detectar as intenções das outras pessoas. Somos muito bons nisso desde que surgimos, há 200 mil anos, e precisamos ser mesmo, porque o Homo sapiens sempre levou a vida social mais complicada do reino animal, sempre em comunidades cheias de intrigas, fingimentos, traições. Saber o que se passa na cabeça do outro era questão de sobrevivência - e até certo ponto ainda é.

E a melhor maneira de tentar se antecipar a um adversário nos jogos mentais do dia a dia é imaginar as intenções dele: "O que será que ele pensa que eu estou pensando?" Nosso cérebro é uma máquina de pôquer.

Pesquisadores como o antropólogo francês Pascal Boyer defendem que esse sistema de detecção de intenções pode acabar aplicado a coisas que não têm intenções de nenhum tipo - como a chuva, ou o Sol. A ideia de que há espíritos de toda sorte da natureza seria, assim, um efeito colateral do nosso sistema de detecção de mentes, tão hiperativo.

Por esse ponto de vista, a espiritualidade faz parte dos nossos instintos. É quase tão natural acreditar em divindades quanto comer ou dormir.

Cada fenômeno da natureza, então, representava as intenções de alguma divindade. É como ainda acontece nas tribos de caçadores-coletores de hoje. Entre os índios tupis, os trovões são a raiva do deus Tupã. E fim de papo.

Obras de arte de mais de 30 mil anos atrás dão outra pista sobre essa espiri-tualidade primitiva - que podemos chamar de "infância de Deus" (no caso, dos deuses). Elas mostram seres que misturam características humanas e animais - sujeitos com cabeça de leão ou de rena e corpo de gente, por exemplo.

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